Novaes Capela, Rogerio & Gustavo

Papais da pequena, Alice, nascida nos Estados Unidos.

Quando seguramos nossa filha no colo no hospital em Boston (EUA) pela primeira vez, sentimos a confirmação de que todo o processo tinha valido a pena. Olhar para a carinha dela, perfeitinha, fez nosso coração explodir e não desgrudar nunca mais.

A maior mudança foi a questão da prioridade, que desde o dia que ela nasceu, virou ela em primeiro lugar. Tudo mudou em nossas vidas, mas para melhor!

Ter uma filha é um aprendizado constante e diário. Ela nos ensina a cada minuto, mas o principal ensinamento é o amor e a paciência. Além de nos ensinar como cuidar de outra pessoa com carinho e responsabilidade.

Qual sua opinião geral sobre processos de surrogacy no exterior?

Acreditamos que, apesar do tamanho e do tempo de um processo desse parecerem enormes, é um processo muito confiável, sério, bem acompanhado e necessário para realizar esse sonho, considerando que não é possível fazer no Brasil. No nosso caso, nossa jornada inteira (que imaginamos que fosse levar pelo menos 3 anos), levou apenas 1 ano e 2 meses – do dia que assinamos o contrato até o nascimento (não prematuro).

Nossa dica seria: faça, continue, tenha calma e muita paciência pois no final a recompensa é a melhor do mundo. Atravesse todas as etapas, cada uma no seu tempo.

Nossa família sempre será eternamente grata por esse processo, pela Tammuz e pela nossa surrogate que carregou nossa Alice por 9 meses com todo carinho e amor.

Qual mensagem você deixaria gravada hoje para sua filha ver no futuro?

Filha, você foi e sempre será nosso melhor projeto de vida!

Gustavo & Rogério + Alice